Conheça os custos de veranear em Argentina

14 de Outubro de 2019 2:11pm
Redação Caribbean News Digital Portugues
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Com o dólar a mais $60, a queda do poder aquisitivo e a incerteza de uma mudança de Governo, as expectativas nas principais cidades da Costa Atlântica para esta temporada são positivas, mas sem um optimismo exagerado.

A possibilidade de que os turistas mudem alguns dos destinos no exterior —como Ponta do Leste, Miami ou a costa do Brasil— pelas praias argentinas os alentam a esperar uma “boa temporada”

Já se observa um incremento na demanda de reservas?

Por agora, ainda estão um pouco por embaixo do que estavam na mesma época do ano passado. Mas muitos turistas definem seu destino durante outubro.

Por outra parte, as consultas sobre disponibilidade de hotéis e de alugueres realizam-se cada vez mais a último momento, inclusive desde a rota, quando já empreenderam a viagem, através do celular.

Alugar um departamento de um ambiente (para dois ou três pessoas) em janeiro em Mar do Prata custará uns $17.550 por quinzena

Durante este fim de semana longo, segundo estimativas da associação, há um 70% de ocupação nos hotéis da cidade, em todas as categorias e com uma estadia média de duas noites.

A faixa de preços que se está a manejar para os que reservem com antecipação é amplo. Alugar um departamento de um ambiente (para dois ou três pessoas) em janeiro em Mar do Prata custará uns $17.550 por quinzena, segundo a informação do Colégio de Martilleros e Corredores Públicos da cidade.

O aumento de preços sugerido para a temporada 2020 é de 30% em relação com o verão anterior. No caso de um departamento de dois ambientes, manejam-se valores a partir de 22.750. De três ambientes para cinco ou seis pessoas, desde $27.300. E um chalet de três ambientes, a partir de $32.500 (sempre por períodos de 15 dias).

Desde Pinamar asseguram que a expectativa é “muito grande” e que se estão concretando vários alugueres. As casas maiores, as da primeira linha de praia ou de zona Norte, são as que primeiro se alugam. Lucio Lado Tapia, que está à frente de uma das principais imobiliárias da cidade, explicou que a maior parte das operações se concreta após o fim de semana longo de outubro.

Alguns preços: chalets de três dormitórios, desde $75.000 a $120.000 na primeira quinzena de janeiro. Um departamento de 3 ambientes num edifício com piscina climatizada e ginásio, por $81.000 para o mesmo período. E um departamento mais garoto, de um dormitório (para quatro pessoas) no centro por $34.000 pela mesma quinzena.

Desde Pinamar asseguram que a expectativa é “muito grande” e que se estão concretando vários alugueres. As casas maiores, as da primeira linha de praia ou de zona Norte, são as que primeiro se alugam

Em Cariló, as projeções também são boas e os níveis de reservas estão mal um pouco por embaixo do ano passado para esta mesma época. A cidade balnearia conta com um público fiel —que se repete em cada ano— e outro que se move mais de acordo a variáveis económicas, como o valor do dólar.

Em julho os proprietários da zona —que tem um mercado de umas 2.000 casas em aluguer e mais de 70 aparts e hotéis— pactuaram valores com um 35% de aumento para o verão, que alguns atualizaram entre 10% e mais 15% depois das PASSO. Os preços mais acessíveis, para casas de duas a três dormitórios e uns 150 metros quadrados para a primeira quinzena de janeiro vão desde $65.000 a $75.000. Enquanto uma casa de quatro dormitórios com piscina climatizada rodada os $220.000 para essa mesma data. Em fevereiro valorize-lo podem baixar até um 30 por cento.

Em tanto, o aluguer de apart hotéis ou departamentos com serviços rondará os $50.000 por semana para uma família, mas pode chegar até $190.000 nos alojamentos de luxo de frente para a praia.

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